quarta-feira, 8 de junho de 2011

Suídeo

Passo canalha,
despreocupado sem irmandade,
passageiro do meu prórpio tempo...
afundo na lama,
cama de ouro que escondo em segredo

Me importa o despojo
nas maneiras correntes de meu sangue
que privo-te em risada diabólica

Desprendo-me e gargalho, sou falso em meu sorrir (sim, eu sou!)
na minha cara tatuei meu grande sol
cuspido pelo seu anseio, em minha asa quebrada que deposito meu real

Não sou por você que precisa de mim, mas sim por mim que retiro de ti
Adivinhe quem sou, charada do meu ego... necessitado da ignorância do seu viver.