Passo canalha,
despreocupado sem irmandade,
passageiro do meu prórpio tempo...
afundo na lama,
cama de ouro que escondo em segredo
Me importa o despojo
nas maneiras correntes de meu sangue
que privo-te em risada diabólica
Desprendo-me e gargalho, sou falso em meu sorrir (sim, eu sou!)
na minha cara tatuei meu grande sol
cuspido pelo seu anseio, em minha asa quebrada que deposito meu real
Não sou por você que precisa de mim, mas sim por mim que retiro de ti
Adivinhe quem sou, charada do meu ego... necessitado da ignorância do seu viver.
Bichos
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Balidos calados
Um leve desconforto assume o vento
Detestáveis cães te observam de longe
O que fazer se não for real?
Mais importante, se for?
Cale-se apenas ao ato de ser,
Sem perguntar, sem crescer, sem nem mesmo ouvir
Aproveite seu tempo pastando a sintonia da distante visão
E em medo perfure outros olhos e entregue alguém.
Não pense no ferro ou mesmo no berro.
O escuro do frio e a manhã são vitórias
De uma guerra que pra você já é perdida.
A serra na faca exterioriza o seu gosto e sacia.
Lobo em tez
Você deve encontrar carne fácil outra vez
E se desprender em confiança banal
Deve fazer-se forte para confiar em si mesmo
Pois para poder mentir é necessário apenas aprender a sorrir
Antes que os que sorriem melhor do que você aprendam a desvendar-te
E vencer-te.
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